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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Quase 4 ano e 4 meses da mais velha

Aguentou-se muito bem à chegada da irmã. Adora a pequenina, apesar de de vez em quando dar abraços apertados demais, ou tentar tirar-lhe algum brinquedo. É super protectora: não posso, de forma alguma, "ralhar" com a bebé, "porque coitadinha mamã, ela é pequenina e não sabe o que faz".
 
É uma miúda esperta, com uma boa inteligência emocional, e sabe ler muito bem os nossos sentimentos.  Ainda outro dia me disse "mamã, lê-me só a história e depois eu fico sozinha no quarto, porque já sei que vocês ainda têm a cozinha para arrumar". Ainda tem coisinha de bebé, mas ao mesmo tempo está uma menina grande. Veste-se sozinha, mas se puder ter-nos por perto a ajudar ou ver, agradece. Passou aí uns 15 dias com muitas birras e choros sem sentido, que já lhe passaram. É uma criança fácil de uma forma geral. Companheira de conversas e actividades, vale a pena estar com ela. Ainda ontem deixamos o pai com a mais nova em casa e fomos dar uma volta às lojas locais e comprar pão.
 
Claramente é uma miúda racional, de raciocínio lógico, mas fico feliz de já acontecer mais vezes vê-la perdida no mundo da fantasia com os brinquedos (tão importante para a criatividade, capacidade de inovação e resolução de problemas). Adora tudo o que é desporto. a dança é das coisas favoritas, mas também o futebol, ténis, correr e saltar, ginástica, etc. Se for de mexer o corpo, ela gosta!
 
ao mesmo tempo adora livros. Já me disse que quer muito ler e escrever e que tem pena de não saber.
 
A mãe é a pessoa dela, sem dúvida. Tem um amor doido pelo pai, e adora os 3 avós. Mas a mãe...
 
É pouco reivindicativa fora de casa. Isto é, não a vemos com frequência dizer que não gosta disto ou daquilo na escola. É raro queixar-se nesse sentido. Às vezes gosto disso, outras vezes fico preocupada. Espero que não seja ausência de sentido crítico ou de achar que tem de seguir sempre o que os outros lhe dizem.
 
É mimalhinha com a mãe e pai, com os outros detesta apertos!
 
 

1 ano e um mês

Não anda. Corre! Corre tudo, de uma ponta à outra da casa.

Já se senta sozinha na cadeira pequena, tenta trepar para cima do sofá e, se não for muito alto, consegue. Tenta descer do sofá virando as perninhas para fora de costas.

Dança muito, bate palminhas com toda a alegria.

Fala muito, mesmo que não diga muitas palavras que se percebam. Diz mamã muito bem, acho que já diz mana (mas nem sempre tenho a certeza), olha e olá, e mais umas palavras que eu tenho dúvida se são bem dirigidas.

Quando lhe peço para me dar um xi, vem a caminhar de braços abertos e dá um xi apertadinho.

Dá beijinhos na minha cara (de boquinha aberta, babando-me toda!).

Anda sempre atrás da mana, e deita a cabecinha no colo dela.

Detesta ser contrariada e faz uma fita.

Adora bonecos tipo nenuco, dá beijinhos e colinho. Brincar na casinha de exterior.

Continua a colocar tudo na boca (um verdadeiro drama!!) e a adorar maminha.

Continua a alternar noites razoáveis em que acorda uma vez com noites péssimas em que acorda 3-4 vezes.

Está outra vez adoentada.... nem com o tempo quente me livro de maleitas!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Andar de avião com os mais novos.

Esta ausência deve-se aos melhores dos motivos: festas e mais festas e férias com as crianças! A primeira vez de avião com as duas, e a primeira vez para a mais velha que já tem percepção das novas aventuras. Só posso dizer que correu lindamente e aconselhar quem tem receio: viajem! Os miúdos em viagem são mais fáceis de aturar (pelo menos as minhas), adoram ver coisas novas (mesmo a pequenina andou numa animação só) e simplifiquem!
 
 - A mais velha adorou andar de avião e portou-se lindamente, não saiu do seu lugar, sempre de cinto posto, e nem se chegou a aborrecer entre conversa connosco e uns desenhos animados no tablet. Resolvemos a questão da subida e aterragem com pequenos golos de água e só se queixou um pouco na descida na viagem de ida. A mais nova, como mama, foi fácil resolver: sempre com o cinto da companhia aérea colocado foi sempre a mamar nas descolagens e aterragens. Para lá ainda dormiu, mas para cá veio acordada e numa animação o tempo todo! A muda da fralda (que foi necessária) foi feita no wc do avião que tem uma mesa de muda rebatível por cima da sanita.
 
 - Levamos o carrinho da mais nova até ao avião, e na viagem de ida tivemos de levantá-lo no balcão dos "fora de formato", mas para cá, no aeroporto do Porto, entregaram-nos mesmo à saída do avião mal o tiraram do porão e deu um jeitaço. Escolham um carro leve, faz toda a diferença! Nós compramos um novo da Chicco que pesa menos de 4kg, fácil de conduzir, abre e fecha com uma mão (dá muito jeito) e super leve para carregar na mão/ombro.
 
 - Bagagem: viajamos com muito pouca roupa! 2 malas de cabine apenas, para 4 pessoas. De qualquer forma, quando chegamos ao aeroporto fomos ao balcão do check in para etiquetar o carrinho e perguntaram-nos se não queríamos enviar as malas para o porão de forma gratuita. Foi o melhor que fizemos: não precisamos de nos preocupar com os líquidos e levamos mãos livres para as pequenas. Na viagem de volta fomos nós que perguntamos se podia ser, e fizeram-no de forma gratuita novamente.
 
 - Comida da bebé: não houve qualquer problema com a comida da bebé. Levamos numa pequena térmica connosco no avião, passaram as embalagens numa máquina de teste de segurança. é certo que tentamos levar tudo embalagens fechadas, excepto a caneca da água que tinha menos de 100ml, não fossem implicar.
 
Foi muito gratificante, e os aeroportos estão super habituados a crianças, e os assistentes de bordo também, esclarecendo prontamente todas as nossas dúvidas!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Grão a grão

Grão a grão enche a galinha o papo. Bem verdadeiro este ditado. Pois ontem a pequena adormeceu novamente antes das 20h e a mais velha estava KO, não queria brincadeira e pediu-me para beber leite em vez de jantar (coisa que de vez em quando não me importo uma vez que ela come sempre muito bem). Fui fazer a minha bicicleta para o quarto e a mais velhinha veio fazer-me companhia. Pedalei 40 minutos e no final uma série de alongamentos com o acompanhamento da minha filha, que também fez os exercícios. Não sei quanto tempo vai durar, mas havendo oportunidade, vou treinar. Grão a grão enche a galinha o papo. Só vos digo: cócórócócó!!!

terça-feira, 9 de maio de 2017

Oh pá, não está fácil com o exercício!!

Pois da última vez que falei de exercício físico estava toda motivada por ter voltado à "luta". Acontece que depois disso as minhas duas filhas estiveram doentes, com situações que nos tirou o sono a nós, a elas, e que virou esta casa do avesso. E nem o facto de ter ficado com elas em casa uma semana ajudou a que tivesse mais tempo/disponibilidade física e mental para exercitar. Ontem, e porque não devemos perder oportunidades, elas adormeceram as duas bem cedo, e eu pus mãos à obra. Isto é, fiz o meu programinha de exercícios. O problema é que como a frequência é pouca, com intervalos significativos entre os dias de esforço, cada vez que "recomeço" parece que alguém me vai arrancar um pulmão! Ai que estou tão em baixo de forma! Ajuda muito ter um peso bem controlado, mas não há dúvida que estar magro é muito diferente de estar FIT. E eu quero ser fit, porque me dá uma energia e bem estar indescritível! Faz-me sentir, literalmente, uma super-mulher.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O maior desejo de qualquer mãe

O que qualquer mãe mais deseja é a saúde dos seus filhos. Essa é a grande prioridade e, mesmo que haja muitas noites mal dormidas e algumas birras, se os nossos pequeninos forem saudáveis, tudo se vai fazendo. O problema é quando os problemas de saúde nos batem à porta.
 
A minha mais velha, no seu primeiro ano de vida, teve imensas vezes doente, mas poucas foram as de grande preocupação, ou seja tudo viroses, com necessidade de medicação para controlar a febre e pouco mais. 
 
A mais nova tem dado mais alguma preocupação. Infecções bacterianas, com necessidade de antibiótico, misturadas com as viroses características da idade, tem-nos obrigado a uma atenção constante com a  sua saúde. E a verdade é que nunca se está descansado, temos sempre um desconforto interno, sempre uma atenção aos mínimos sinais, para não deixar evoluir situações que sabemos poder ser graves.
 
No fim de semana assim foi. Algo fez soar os alarmes na minha cabeça e, instinto de mãe não falha.
 
Medicação, exames, consultas em mais especialidades. É isto. Sempre com o coração um bocadinho fora do peito. E no meio disto tudo, levar uma vida normal, o mais normal possível, manter as rotinas das duas, principalmente da mais velha, ser mãe e pai para as duas, tentar termos uns momentos para conversarmos os dois, delinearmos estratégias comuns, estarmos como casal que somos e que pouco tempo (e energia) temos para ser.
 
Sentimos muitas vezes que não conseguimos fazer passeios giros, que nos tem faltado o tempo a 4 de qualidade, sem nenhuma doente. Mas já estamos a planear um fim de semana em breve, para matarmos saudades uns dos outros e do ar puro!

E agora é só esperar que a pequenina recupere e não volte a ter problemas tão cedo!
Haja saúde!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Porque será que temos sempre o "não" na ponta da língua?

Na verdade é muito mais fácil dizer que sim. Quantas vezes os nossos filhos nos pedem alguma coisa e a nossa primeira reacção é "Não". Quando na verdade, se pensarmos melhor, até podemos começar a frase com um  "sim", o que muda de imediato toda a história. Ontem aconteceu-me uma dessas situações.
 
A minha filha pediu-me para "acampar"e dormir na tenda. E a minha primeira resposta foi "Não, filha", seguida de todo um conjunto de desculpas: não é confortável ficares lá toda a noite, não temos colchão para o chão da tenda, depois acordas meia baralhada a meio da noite, etc. Eu queria era deitá-la na caminha e poder descansar um bocado também! Estamos a falar de uma tenda do IKEA que vamos montando/desmontando no quarto de brincar, sempre que ela se lembra de querer um esconderijo ou quando pede especificamente por ela. Claro que ela começou a choramingar, que queria muito acampar, e anda lá mamã só hoje, vá lá deixa. Eu parei e pus-me a pensar melhor na minha reacção que foi, na realidade, muito pateta e pouco inteligente. Então toca de mudar a atitude e pensar no que fazer.
 
 - Filha, o que me dizes de nos deitarmos na tenda a ler a história da noite?
 - Mas eu quero dormir na tenda, mamã! Vá lá, por favor!
 - Então lemos a história e podes adormecer na tenda e a mãe deixa-te lá dormir, mas depois levo-te para a tua cama porque na tenda a noite toda não é muito confortável. ok? Olha tive uma ideia, e se levarmos a lanterna para iluminar o livro enquanto lemos?
 - Eh boa!! Pode ser então mamã, mas deixas-me lá dormir um bocadinho, ok?
 
E pronto, lá fomos para a tenda, lemos o livro e quando ela ía adormecer diz: pronto mamã, já está bom. Acho que realmente prefiro dormir na minha cama.
 
E assim se faz uma miúda feliz, sem dificuldade nenhuma. E foi perfeitamente escusado eu dizer-lhe logo que não! Mais valia ter dito que sim, fazíamos toda esta brincadeira sem ter havido qualquer drama. Na realidade porque disse eu que não? Porque não queria mudar a minha rotina e ter esse trabalho. Porque me foquei no meu cansaço e no que eu queria. Mas este é um caso em que dizer que sim se mostrou super interessante e giro e vivemos juntas uma experiência diferente!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

4 anos e um admirável mundo novo

A minha mais velha mostra, a cada dia que passa, uma evolução comportamental incrível, obviamente característica da idade, que tem sido uma delícia de acompanhar. A eloquência dos seus raciocínios e respostas, deixa-me não poucas vezes pasmada. Às vezes parece que estou a ter uma conversa com um adulto sensato!
 
Ontem, com uma caderneta cheia de "cromos", fomos comprar um peluche do Lidl. Claro que gostou de mais que um, e agarrou logo uma vaca e uma ovelha. Rapidamente lhe expliquei que só podia escolher um e como funcionava o esquema das cadernetas.
 
 - Pronto, já percebi. Só posso escolher um hoje, não é?. Ok. Quero a ovelha.
 
E pronto. Poderia ter dado uma birra, apesar de ela nunca me ter presenteado com cenas complicadas nos supermercados, mas rapidamente percebeu que não podia ter mais de um peluche.
 
E como esta, há outras. Por exemplo lá em casa ela só come doces (um chocolate ou chupa-chupa), ao fim de semana. É uma regra e quando ela vem pedir basta perguntar-lhe em que dia da semana estamos que ela percebe o objectivo da pergunta e diz logo:
 
 - Pois, o que eu te queria perguntar é se posso comer no sábado!

Adoro que assim seja e adoro assistir a este magnifico desenvolvimento!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

O raio do setimento de culpa das mães

A mais nova está doente, com necessidade de ficar em casa o resto da semana. Eu estou numa fase profissional de imensa satisfação mas também, de imenso trabalho e responsabilidade. O que significa que, de repente, faltar 3 dias ao trabalho não seja fácil.
 
Até hoje, sempre que as pequenas ficaram doentes, ou fiquei eu em casa, ou um dos avós. Acontece que desta vez as coisas foram diferentes! Os avós paternos não estão cá, a avó materna tem os restantes netos a "acampar" na sua casa, pelo que ficamos sem rede de apoio. Assim um dos pais teria de faltar. Inicialmente ainda pensámos em ser eu, a escolha "óbvia" por ser mãe e estar habituada a lidar com elas quando estão doentes, mas logo vimos que em termos de logística profissional não iria ser fácil. E pronto, foi assim que pela primeira vez em 4 anos, ficou o meu marido em casa com uma das filhas.
 
Eu estou no trabalho num misto de satisfação por poder "seguir" a minha vida e de sentir que de alguma forma estou a falhar. O meu subconsciente (ou bem consciente) está aqui a dizer-me:  Afinal qual é a mãe que não fica com os seus filhos quando estão doentes? Afinal qual é a mãe que "deixa" que seja o marido a ficar com as crianças doentes? É engraçado que a mulher seja assim, com este sentimento de culpa latente. A criança está bem, com o pai que é perfeitamente capaz e auto-suficiente, e eu estou aqui a martirizar-me. E quando é ao contrário o meu marido vai trabalhar sem qualquer problema de consciência, apesar de ligar durante o dia a saber como estão as coisas.
 
Agora, como resolver este sentimento dentro de mim? Respirar fundo, aproveitar a excelente estrutura familiar que temos (e o facto de ambos "sabermos" tomar conta das crianças"), e trabalhar. Sexta feira está quase aí e depois já mimo a pequenina ao máximo!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nova realidade, novas amizades.

Este fim de semana, tivemos uma festa de anos de um amiguinho da mais velha, que também era dirigida aos pais. Foi muito giro e divertido, pois os pais acabaram por também estar a conviver e sentiram um pouco menos o peso das responsabilidades, enquanto tinham os filhos por perto mas com animadores!
 
É engraçado comoestamos a criar amizades (até bastante sólidas) com os pais dos amigos das filhas, com quem vamos descobrindo e desenvolvendo afinidades. Bem me diziam que, mais tarde, isto iria acontecer, e acabo por estar com 35 anos e a ganhar novos amigos.
A mãe de uma amiga da mais velha é, na realidade, uma das minhas melhores amigas, sendo que esta amizade começou há mais ou menos um ano. Muitas vezes dizemos que é tão engraçado como somos "compatíveis" e que, se não fosse pelas miúdas, nem nos conhecíamos.
 
Afinal nunca é tarde para conhecer pessoas novas, nem para estreitar laços improváveis. Por outro lado, algumas amizades vão ficando em "stand by", até que a vida faça o favor de nos reencontrar. Porque os verdadeiros amigos podem estar anos afastados, mas quando se encontram é como se nunca tivessem estado longe!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

9 meses cheio de novidades

A pequenina já tem 9 meses! O tempo realmente voa, e é incrível como o seu desenvolvimento tem sido rápido nas últimas semanas. Tão rápido que acho que o sono tão cedo não melhora! 
Então aos 9 meses a minha pequenina (literalmente pequena pois está no percentil 15 em tudo):

 - já gatinha! Yheaaa! E a minha felicidade não se prende necessariamente com o facto de ter começado a gatinha, mas sim com um motivo muito mais egoista. Desde que se começou a mexer melhor e a chegar onde quer, anda muito mais sorridente e pede muito menos colo! Sim, a minha filha chorona e que só queria colinho e mimo está, finalmente, a melhorar nesse aspecto! 

- de repente estão a nascer imensos dentes! Uns 4 ou 5! Acho que já vai ficar com 8 (4 em cima e 4 em baixo), tem as gengivas numa miséria... 

- fala e palra imenso. Nada de palavrinhas propriamente ditas, mas muita conversa.

- brinca bastante bem no chão com os brinquedos, e não só gatinha como já é capaz de passar de deitada a sentada. Volto a repetir: esta autonomia motora trouxe-nos uma bebé bastante mais bem disposta! 

- já vai começar a comer peixe e gema de ovo e comida esmagada. Estamos a ficar mesmo muito crescidas! 

 - já bate palminhas, aliás é a sua principal gracinha, e já disse adeus algumas vezes, mas não é consistente. 

Agora só falta mesmo dormir melhor! Continua a não querer chupeta (que usa só para coçar as gengivas), nem biberão. O biberão ainda andamos a tentar, para ver se eventualmente eu conseguia dormir uma noite, mas parece-me que não vamos ter sorte nenhuma com isso! 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A trabalhar é mais difícil!

Tenho adorado estar a trabalhar. Apesar de continuar nas noites mal dormidas, tenho mantido a energia no trabalho e estou super satisfeita! Mas o tempo para cá vir reduziu-se a quase nada. Depois do trabalho é ir buscar as pequenas e entrar em modo mãe exausta, pois às 20h eu, na maioria dos dias, estou pronta para fechar os olhos. Só que não é possível pois há duas crianças para adormecer, que já tive de dar banho, vestir, brincar e alimentar! Mais um marido que está sempre lá mas só chega perto das 20h. Ou seja eu às 22h já sucumbi ao cansaço! E a pequena continua a mamar com muita frequência à noite. Sendo que hoje só acordou uma vez, eque bom foi!

A mais velha está prestes a fazer 4 anos e andamos em preparativos! Terá uma festinha para os amigos e outra para a família, tudo no mesmo dia!! Vai ser em cheio!!

sábado, 28 de janeiro de 2017

De volta (ao blog, ao trabalho, etc!)

Já recomecei a trabalhar e, tal como esperava, estou a gostar bastante! É bom sentir que faço diferença, que aquelas horas são minhas e que me posso esquecer temporariamente de fraldas, sopas, brinquedos e outras coisas que tais, sem qualquer sentimento de culpa por estar feliz por ter o meu tempo. É bom reencontra-las ao final do dia e, tal como eu já sabia que iria ser, não estou mais cansada porque estive a trabalhar, bem pelo contrário! Venho com outra disposição para as brincadeiras, as birras de sono, os banhos e os jantares. Voltar ao activo fez-me bem, sem dúvida que sim! Também por isso tenho passado menos aqui, pois ando tão dedicada a cada área da minha vida que não tenho necessidade de cá vir arejar a cabeça. Sim, o blogue é um hobbie e uma distracção, mas quando poderia estar a escrever opto por ir dormir! Todo o tempo restante estou dedicada ao trabalho e família, sem necessidade de outras coisas. 

Só é pena as noites continuarem mazinhas.... por causa disso continua-me a faltar tempo para as minhas coisas, pois mal elas adormecem nós também acabamos por ir descansar. Nem energia para uma série! 

A mais nova continua a chorar quando fica na escola, mas já não estranha tanto e passado pouco tempo está bem! Cada vez mais doida pela mana mais velha, é uma animação quando chegam as duas a casa (às vezes é uma loucura!!!). 

Tudo bem por aqui. Estamos a viver a vida, antes que ela passe por nós!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Véspera da véspera!

Ontem tive o jantar de Natal com as minhas amigas de sempre e foi espetacular! Por causa das miúdas, e porque a bebé vive atrelada a mim, o jantar foi cá em casa, envolto em cuidados necessários às crianças, mas também envolto em amizade, conversas, reencontros e paz. Terminou muito tarde, e as horas de sono foram poucas principalmente porque, depois das pequenas adormecerem, começamos a conversar e já não conseguimos parar. É tão bom sentir que temos estas pessoas, à distância de um telefonema, que mesmo que só as veja 1 ou 2 vezes no ano, são pessoas que estão sempre lá. Mas hoje, mesmo com poucas horas de sono, é dia de preparar a véspera de Natal! Ultimar os preparativos das louças, decoração da mesa, etc, e deixar a casa minimamente em ordem para desarrumar tudo amanhã!! Estamos na véspera da véspera de Natal e eu estou em pulgas com a festa e com os presentes da minha mais velha!! Hoje perguntou-me: mama hoje é dia 23, amanhã tiramos o último papel do calendário do advento, e depois? Começa tudo de novo?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Pequenas vitórias

Aos poucos começo a conseguir adormecer a minha pequena, durante o dia, sem recurso à mama. A verdade é que o facto de não usar chupeta dificulta muito este trabalho e para bem da minha sanidade mental nunca forcei esta situação. Ela simplesmente berrava até não poder mais quando eu a tentava adormecer, e acabava a adormecer na mama. Também nunca ficou sozinha na cama. É assim. Não vale a pena lutar dias a fio contra algo que vai mudar, progressivamente, com o passar do tempo. Hoje, com a fraldinha na cara, e no meu colo, ela adormeceu em 5 minutos. Já com a mais velha aos poucos, sem nunca forçar, nem precisar de dias de berros seguidos, ela foi alterando o seu padrão de adormecer, até que quando saiu da cama de grades para a cama grande passou a adormecer na caminha, com o boneco após a história, em menos de 5 minutos! Espero que, com o passar do tempo, também se vá tornando mais fácil e natural com esta pequenina. Uma coisa eu sei, eu não consigo utilizar o método de deixar chorar sem lhes pegar. Simplesmente não aguento nem 5 minutos! 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Cortar o cordão umbilical

Ontem, por motivos profissionais, tive de me ausentar durante a manhã e depois durante parte da tarde, pelo que deixe a bebé com a minha mãe. Para mim até correu bem, não senti que me faltava algo, nem triste, nem ansiosa. Já para a bebé a coisa não foi tão tranquila, apesar de ter ficado com a avó, com quem está diariamente. Comeu bem, mas de quando em quando choramingava e olhava para a porta e ficava agitada. Custou-lhe bastante a dormir e depois de acordar e comer choramingava novamente. Falta da mamã? Falta da maminha? Não sei, mas é provável que tenha sido falta das duas! Quando cheguei à beira dela esfregava (literalmente) a carinha dela no meu peito, dava beijinhos e tentava chuchar a minha cara e, claro, tentou atacar de imediato as minhas maminhas! Também passou o restante tempo a choramingar sempre que eu saía de junto dela. 

A minha filha mais velha não tinha esta angústia de separação, mas acredito que aos poucos esta situação irá melhorar. Não deixo, no entanto, de ficar preocupada com a adaptação à escola! Só espero que seja mais ou menos tranquilo, pois com a mais velha fizemos a adaptação em 2-3 dias e foi muito fácil e sem grandes choros. Com esta não sei... a chupeta faz muita falta para ajudar! 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Verão em Dezembro

Num banco de jardim a comer um gelado enquanto ela faz uma sesta. A aproveitar cada segundo deste tempo maravilhoso antes de voltar ao trabalho!


sábado, 3 de dezembro de 2016

Afinal, ainda tenho neurónios !

É verdade quando se diz que durante a gravidez e no pós parto não pensamos direito, temos falta de memória, muito cansaço e raciocínio mais lento. Pelo menos eu fui sentindo isso em várias etapas desta jornada. E, tal como na outra gravidez, tenho receio de ter esquecido todas as minhas competências técnicas e teóricas para reintegrar de forma bem sucedida o mundo laboral. Eu detesto sentir-me insegura e, apesar de saber que após um dia de trabalho vai parecer que nunca parei de trabalhar, prefiro ir-me preparando e actualizando. Não só é uma necessidade (pessoal), como é algo que, incrivelmente, me está a dar mais prazer do que aquele que esperava. Falta-me um mês e meio para voltar ao activo e quero aproveitar sempre que possível para ir "trabalhando"um pouco. Ler, actualizar-me, relembrar, melhorar. Quero, e vou ser ainda melhor. Pois uma profissional que é mãe pode ser tão ou mais excepcional que qualquer outra/o, tentando conciliar isso com a vida familiar. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Hoje é só pérolas!

- mamã, como é que vamos comer se a mesa não está posta?
- pões tu? A mãe dá-te as coisas. 

No fim de colocar o que lhe dei
- mamã?! Não vamos comer sopa? Faltam as colheres 
- ah! Vamos, vamos. Esqueci-me das colheres!
- ai mamã, que cabeça de alho chocho!!

😂😂
Decididamente tenho de deixar de usar estas expressões com ela!! É como um boomerang! 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Quem diz o que quer...

Eu a meter-me com a minha filha mais velha:
- vá filha, diz à mamã : mamã querida do meu coração, és a minha pessoa favorita, eu adoro-te! 

O pai não gosta da conversa e decide intervir: filha, o papá é que é o favorito, não é?! Diz ao papá que gostas dele!

A minha filha dá a única resposta possível com 2 país loucos
- ai! A minha pessoa favorita é a maninha! 

Pronto! Mais uns pontos para a relação das manas!